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Comunidade do Texto Tradicional
Texto e doutrina: uma análise da NVI23
Em anexo, uma análise crítica à NVI23 em comparação com a Declaração de Fé da Convenção Batista Brasileira.
Como destruir a sua Igreja
Como muitos pastores estão dispostos a cooperarem com a destruição de sua igreja cristã, refundando-a, dessa forma atrasada e fundamentalista em que ela se encontra, à suas próprias imagens e semelhanças, achei por bem deixar algumas orientações que lhes auxiliarão a lograr êxito em suas empreitadas.
• Começe destruindo e desacreditando toda e qualquer autoridade objetiva e moral de sobre os cristãos. Comece assim:
• Ensine que a pericope de adulteræ é uma inclusão tardia ao evangelho de João. Os crentes do passado não tinham problema com umas adiçõesinhas na bíblia;
• Ensine que o final longo de Marcos foi indevidamente incluído em nossas bíblias, e assim, qualquer afirmação de milagres atuais, poderá ser desencorajada;
• Ensine que a comma jonanina não devia estar no Novo Testamento, pois foi inclusão latina; assim, poderemos ter abertura para grupos não trinitarianos e outras religiões;
• Ensine que até o séc. XIX, com…
Excelente texto do irmão Ícaro. Infelizmente muitas igrejas estão desatentas para esse tipo de assunto.
A apostasia textual cobrará alto preço
É terrível saber que cada vez mais tem se tornado comum aos cristãos ter por falsas enormes porções das Escrituras, como Marcos 16.9-20 e João 7.53-8.11, por exemplo.
Após 1.800 anos, repentinamente o texto do NT foi "redescoberto" e "reconstruído" pelas mentes brilhantes dos críticos de texto e seus métodos que substituem a providência divina.
É no mínimo estranho isso tudo; Marcos encerrou seu evangelho dizendo que após virem dois anjos, Maria e Maria Madalena, estavam assustadas e com medo (Mc 16.8)? Ou com uma vitória de Cristo, ordenando aos seus discípulos "Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura" (Mc 16.15)?
O Filho de Deus manifestado na carne não condenou a mulher apanhada em adultério, mas lhe ordenou "vai-te, e não peques mais" (Jo 8.11); mas segundo os modernos experts da crítica textual, Deus supostamente permitiu que um homem escrevesse isso de maneira espúria, sem inspiração…
Conheça aquilo que creem os homens que estão mexendo nas nossas Bíblias
Bruce Metzger, principal erudito de seu tempo (e orientador de Bart Ehrman que é uma das maiores vozes contra a inspiração da Bíblia), nega a canonicidade de 2 Pedro:
"A tradição de que esta carta [2Pedro] é obra do apóstolo Pedro foi questionada nos primeiros tempos, e as indicações internas são quase decisivas contra ela. [...] A maioria dos estudiosos, portanto, considera a carta como a obra de alguém que estava profundamente em dívida com Pedro e que a publicou sob o nome de seu mestre, no início do século II” (Metzger and May, New Oxford Annotated Bible).
Bruce Metzger é considerada uma das principais autoridades em crítica textual do Novo Testamento; teólogos liberais e progressistas puseram as mãos hereges em nossas bíblias e as editoras cristãs continuam a usar o texto grego de pessoas assim para traduzir as bíblias.
A "Quelle" que não se pode mencionar
Não há provas de uma tal fonte Q (Quelle). Essa é parte da teoria da crítica das fontes, especialmente através de I. Howard Marshall; talvez Marcos não precisou recorrer a uma fonte escrita de um tal "proto-evangelho" que fora perdido; talvez o fenômeno que os eruditos moderninhos imediatamente descartam, seja apenas um caso de Theopneustos... Mas para o mundo de hoje, isso é "terraplanismo textual".
A estátua de adoração universal
Eu não me dobro à crítica textual. Cada vez que estudo esta disciplina, mais vejo uma série de equívocos e ataques às Escrituras sagradas. Ainda que acusem-nos de um suposto "Docetismo Bíblico" -- acusação que poderia facilmente ser desarticulada por meio do lembrete de que Cristo era totalmente perfeito em sua humanidade --, permaneço crente que Deus preservou a sua Palavra e que a Crítica textual é totalmente dispensável, uma vez que esta disciplina parte do pressuposto da necessidade de 'recuperação' do texto do NT.
Quanto à essa disciplina, indico que leiam as obras de John William Burgon, David Cloud e Jeffrey Khoo. Todos estes defendem uma visão verdadeiramente teísta da Bibliologia, divergindo totalmente da heresia no mínimo deísta dos atuais "eruditos" em Bibliologia e Manuscriptologia Bíblica.
Sobre a Crítica Textual
A Crítica Textual parte do pressuposto de que o texto do NT necessita ser recuperado. Isso por si só é um ataque claro à doutrina da preservação das Escrituras; isso é no mínimo deísmo. Todo e qualquer cristão que ache correta a sua aplicação nos estudos em bibliologia e ache que a alta crítica e a baixa crítica são assim tão diferentes, diametralmente opostas, ainda não percebeu que a diferença entre uma e outra é apenas a quantidade de veneno administrado à sã consciência dos cristãos e à sã doutrina ensinada pelo Senhor, o qual prometeu preservá-la em sua totalidade.
membros
- Ícaro Alencar Oliveira
- Luiz Henrique de Almeida Silva
- Antonio Alves
- Aldo batista de Araújo
- Douglas Aurélio Silva Brandão
É triste perceber que essa não é a principal preocupação da igreja: os ataques frontais à doutrina da preservação das Escrituras. Excelente material, irmão @Daniel Macedo.