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Artigos do Centro de Pesquisas do Texto Tradicional
Confira nosso conteúdo único, em defesa dos Textos Tradicionais
e as traduções fiéis por equivalência formal.


Não Precisamos do Sinaiticus e do Vaticanus
O paradigma crítico dominante desde o final do século XIX estabeleceu uma dependência metodológica desproporcional do Codex Vaticanus (B) e do Codex Sinaiticus (ℵ), como se esses dois testemunhos, isoladamente, pudessem redefinir a constituição do texto grego do Novo Testamento. Contudo, quando analisados à luz dos princípios clássicos da crítica textual, da história da recepção e da fenomenologia transmissional do texto cristão, torna-se evidente que a centralidade conferida

Rui Alexandre Dias
13 de dez. de 2025


A Defesa da Perícope da Mulher Adúltera (Jo. 7.53-8.11): uma análise histórico-textual e patrística
A passagem da mulher adúltera em João 7.53–8.11 tem sido alvo de contestação por parte de críticos textuais modernos, mas quando examinamos cuidadosamente o testemunho da história da igreja, dos manuscritos gregos e das traduções antigas, percebemos que o peso da tradição cristã afirma a autenticidade do relato. O que se encontra não é uma interpolação tardia, mas uma narrativa recebida, preservada e proclamada por séculos. A Igreja, desde o período mais antigo, reconheceu ta

Rui Alexandre Dias
2 de dez. de 2025


A falsa analogia do “Terraplanismo Textual” e a solidez do Texto Recebido
Nos últimos anos tornou-se comum, em certos círculos acadêmicos, o rótulo depreciativo que classifica quem defende o Texto Recebido (TR) como “terraplanista textual”. Embora o humor irônico possa parecer inofensivo para alguns, trata-se de uma falácia grave, uma falsa analogia e, acima disso, um profundo desrespeito para com cristãos que, de forma séria e responsável, sustentam uma posição histórica da igreja em relação às Escrituras. Chamar defensores do TR de terraplanistas

Rui Alexandre Dias
27 de nov. de 2025


As crenças heterodoxas de Westcott e Hort: um exame histórico com citações documentadas
A discussão sobre as crenças pessoais de Brooke Foss Westcott e Fenton John Anthony Hort nunca deve ser feita com leviandade. Entretanto, quando se examinam suas próprias cartas, diários e anotações, torna-se evidente que ambos sustentavam posições profundamente afastadas da ortodoxia cristã histórica. O objetivo aqui não é atacar suas pessoas, mas demonstrar, com citações literais, que suas convicções teológicas influenciaram seu método e concluíram por moldar o texto crític

Rui Alexandre Dias
24 de nov. de 2025


As emendas conjectuais e o perigo de substituir o texto inspirado por suposições humanas
Ao tratarmos da preservação das Escrituras, encontramos um tema delicado e frequentemente desconhecido para grande parte dos crentes: as chamadas emendas conjecturais. Na crítica textual moderna, presente em edições como o Nestle-Aland 27 e 28 (NA27/NA28), aparecem propostas de certos estudiosos que sugerem que determinadas palavras ou expressões encontradas nos manuscritos não seriam originais. Assim, oferecem uma leitura sem qualquer apoio manuscrito, apenas baseada em argu

Rui Alexandre Dias
20 de nov. de 2025


A Autenticidade da leitura longa de Romanos 8.1: um testemunho antigo, contínuo e original
Romanos 8.1 é um dos versículos mais preciosos da fé cristã: “Portanto, agora nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus, que não andam segundo a carne, mas segundo o Espírito”. A chamada “leitura longa” sempre foi recebida pela Igreja como parte legítima e original da epístola. Entretanto, edições críticas modernas favoreceram a leitura curta, ignorando que boa parte da tradição manuscrita — incluindo pais antigos, unciais importantes, minúsculos e versões primi

Rui Alexandre Dias
17 de nov. de 2025


A Doxologia que nunca silenciou: o testeminho ininterrupto de Mateus 6:13 ao longo dos séculos
A defesa da autenticidade da doxologia de Mateus 6:13 — “porque teu é o reino, e o poder, e a glória, para sempre. Amém.” — não depende de especulações modernas, mas repousa sobre um testemunho robusto, contínuo e multiforme ao longo de muitos séculos. Mesmo sem que o leitor veja o aparato crítico completo, é possível contemplar a correnteza constante da preservação divina, como um rio que, através do tempo, leva impurezas embora e mantém apenas aquilo que foi recebido pelo p

Rui Alexandre Dias
14 de nov. de 2025


A Falsa Narrativa da Ignorância: Como os Tradutores do Textus Receptus Provaram Conhecer as Variantes
É uma narrativa comum, mas fundamentalmente equivocada, a alegação de que figuras cruciais da Reforma e grandes tradutores bíblicos do passado adotaram o Textus Receptus (TR) por mera ignorância das variantes textuais existentes. Esta é uma "mentira contada que virou verdade" no discurso de muitos críticos textuais modernos e influenciadores digitais. A verdade histórica, contudo, revela que teólogos como Beza, Erasmo, e a equipe de tradutores da King James Version de 1611 (K

Rui Alexandre Dias
10 de nov. de 2025


O Inesperado Testemunho dos Papiros Antigos em Favor do Textus Receptus
Ao longo de décadas, a Crítica Textual moderna, dominada pelas escolas que promovem o Texto Crítico (como o Novum Testamentum Graece), tem estabelecido um paradigma: o Textus Receptus (TR) seria um texto recente, baseado em manuscritos tardios (o Texto Bizantino ), e, portanto, inferior aos textos ditos mais antigos e "melhores", representados principalmente pelos códices Sinaítico (\aleph) e Vaticano (B). Contudo, um exame atento e honesto dos papiros mais antigos, datado

Rui Alexandre Dias
8 de nov. de 2025


Artigo de Opinião: Almeidas que não são Almeida
É com um misto de tristeza e zelo que sou compelido a levantar um ponto crucial, um que não podemos ignorar se amamos a Palavra de Deus e a solidez doutrinária: a proliferação de traduções que usam o nome Almeida – ou alguma variação dele – mas que, na realidade, traem os pilares fundamentais que a obra de João Ferreira de Almeida estabeleceu. Eu digo com clareza: essas novas versões têm apenas um "gostinho de Almeida". Elas retêm a sonoridade da nossa língua portuguesa e um

Rui Alexandre Dias
8 de nov. de 2025


As Novas Versões Bíblicas e os Seus Problemas Textuais no Novo Testamento
Pr. Altair Germano Contato: (81) 99232-0617 @altairgermano Os problemas presentes nas novas versões bíblicas, com ênfase na Nova Almeida Atualizada (NAA), referem-se basicamente aos manuscritos gregos alexandrinos (principalmente os Códices Sinaítico e Vaticano) e ao texto crítico-eclético-ecumênico de O Novo Testamento Grego (SBU/SBB), e envolve omissões, acréscimos, alterações, erros textuais e incoerências metodológicas. 1 – O que são versões bíblicas? Versões bíblicas são

Altair Germano
4 de nov. de 2025


A Antiga Testemunha de "Primogênito" em Mateus 1:25 - evidências gregas e latinas
Abreviaturas (CPTT): Mss. - Manuscrito (sentido geral) 𝔓 - Papiros MSS. - Uniciais mss. - Minúsculos ℓ - Lecionários Trad. - Traduções Patr. - (Citação) Patrística O texto de Mateus 1:25 tem sido historicamente lido na grande maioria das Bíblias como: "E não a conheceu até que deu à luz seu filho, o primogênito; e pôs-lhe por nome JESUS." (Almeida Corrigida Fiel – ACF). "καὶ οὐκ ἐγίνωσκεν αὐτὴν ἕως οὗ ἔτεκε τὸν υἱὸν αὐτῆς τὸν πρωτότοκον· καὶ ἐκάλεσε τὸ ὄνομα αὐτοῦ ἸΗΣΟΥΝ." (

Rui Alexandre Dias
3 de nov. de 2025


Uma Defesa da Leitura Tradicional de Marcos 2:17
A Bíblia é a Palavra de Deus inspirada e infalível, e a sua preservação ao longo dos séculos é um testemunho da fidelidade do Senhor. Em um momento onde as discussões sobre o texto bíblico se acentuam, é crucial reafirmarmos a solidez da tradição textual que nos legou a Palavra, especialmente como a encontramos em nossas Bíblias, como a amada Almeida Corrigida Fiel (ACF). Um dos versículos frequentemente levantados em debates de crítica textual é Marcos 2:17. Jesus, ao respo

Rui Alexandre Dias
3 de nov. de 2025


O Perigo de um Original Desconhecido: o Crítico Textual como Juiz da Palavra de Deus
Na minha leitura e estudo da Bíblia de Estudo NAA, deparei-me com uma afirmação na página 2479 que merece profunda reflexão. Trata-se da seguinte frase: "Porém, ainda que a redação original do NT não possa ser conhecida, esse fato não é necessariamente motivo para alarme." Essa declaração, que busca tranquilizar o leitor, paradoxalmente, estabelece um alicerce de incerteza que considero extremamente perigoso para a fé cristã e para a autoridade das Escrituras. O ponto crucial

Rui Alexandre Dias
30 de out. de 2025


A solidez da Comma Joanina na História
A discussão sobre a autenticidade de 1 João 5:7a-8b, a chamada Comma Joanina ("Porque três são os que testificam no céu: o Pai, a Palavra, e o Espírito Santo; e estes três são um. E três são os que testificam na terra: o Espírito, e a água e o sangue; e estes três concordam num."), é um dos debates mais antigos e fervorosos da crítica textual bíblica. Embora muitos manuscritos gregos tardios a contenham e o debate paleográfico seja extenso, a evidência mais robusta e inegável

Rui Alexandre Dias
23 de out. de 2025


A Incorreta Distinção entre Texto e Cânon
Isenção de responsabilidade: Este artigo é bastante longo. Eu pretendia que fosse um artigo curto, mas ele se transformou em um ensaio. Contornando a discussão Criar categorias distintas para o texto do Novo Testamento e o Cânon do Novo Testamento é um erro teológico e lógico porque a substância do Cânon é definida pelo texto. Pode ser uma distinção útil fazer ao definir termos, mas não faz sentido tratá-los separadamente como categorias teológicas diferentes. É um erro que t

Taylor DeSoto
22 de out. de 2025


Alguns dos principais problemas das versões modernas da Bíblia
1. São traduzidas com base num texto grego (O Novo Testamento Grego das Sociedades Bíblicas Unidas) que possui erros grotescos, e que omite milhares de palavras devidamente atestadas pela maioria dos manuscritos disponíveis; 2. Esse Novo Testamento Grego tinha entre os seus editores alguns acadêmicos liberais e progressistas, que afirmavam a possibilidade de erros cometidos pelos próprios escritores bíblicos; 3. Esse Novo Testamento Grego se baseia em uma minoria de manuscrit

Altair Germano
21 de out. de 2025


Devemos continuar pregando João 5:2-4?
A defesa de João 5.2-4 ("Há em Jerusalém, junto à Porta das Ovelhas, um tanque, chamado em hebraico Betezata, com cinco pórticos. Nestes jazia grande multidão de enfermos, cegos, coxos e paralíticos, esperando o movimento da água. Porquanto um anjo descia em certo tempo ao tanque, e agitava a água; e o primeiro que ali entrava, depois do movimento da água, sarava de qualquer enfermidade que tivesse.") pode ser construída com base nos seguintes pilares: o suporte da maioria do

Rui Alexandre Dias
21 de out. de 2025


O Rio da Palavra: como o uso contínuo da igreja purificou o Texto Sagrado
A transmissão do Novo Testamento ao longo dos séculos é um fenômeno que reflete a providência divina na preservação de Sua Palavra. Uma poderosa analogia para entender esse processo é a de um rio que se purifica em seu trajeto. Inicialmente, nas "nascentes" da Igreja Primitiva, existiam várias correntes textuais, ou "afluentes", contendo diferentes variações. Com o tempo, contudo, a Igreja, pelo uso litúrgico e doutrinário, rejeitou as cópias com variantes menos precisas, f

Rui Alexandre Dias
21 de out. de 2025


A Antiguidade das Leituras do Texto Recebido (TR): evidências manuscritas que remontam a séculos!
Muitas vezes, a discussão sobre o Texto Recebido (TR) se concentra apenas nos manuscritos gregos minúsculos. Contudo, é fundamental examinar as evidências manuscritas completas e a tradição textual para reconhecer a antiguidade de suas leituras. As leituras encontradas no TR não são "novas"; pelo contrário, são atestadas por testemunhas muito antigas, muitas delas bilíngues ou latinas, que circularam no Ocidente e atestam sua presença antes mesmo dos grandes códices gregos.

Rui Alexandre Dias
20 de out. de 2025
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