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Daniel Macedo
Daniel Macedo

Em anexo, mais de 200 alterações feitas na bíblia pela Crítica Textual moderna.


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Ícaro Alencar Oliveira
Ícaro Alencar Oliveira
09 de nov. de 2025

É triste perceber que essa não é a principal preocupação da igreja: os ataques frontais à doutrina da preservação das Escrituras. Excelente material, irmão @Daniel Macedo.

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Gabriel Palheta
Gabriel Palheta

Texto e doutrina: uma análise da NVI23

Em anexo, uma análise crítica à NVI23 em comparação com a Declaração de Fé da Convenção Batista Brasileira.



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Gabriel Palheta
Gabriel Palheta

Um breve comentário sobre a doutrina das Santas Escrituras

Por Gabriel Palheta


"O Antigo Testamento em hebraico (que era a língua nativa do povo de Deus do passado), e o Novo Testamento em grego (que, na época em que foi escrito, era a língua mais comum entre as nações), tendo sido inspirados imediatamente por Deus e, pela sua particular providência e cuidado, mantidos puros em todos os tempos, são, portanto, autênticos; de maneira que, em toda controvérsia religiosa, a Igreja deve apelar a eles como a norma final."


Confissão de Fé Batista de Londres de 1689, Cap. 1, parágrafo 8


Três pilares mantêm a escritura de pé.

1 - Inspiração

2 - Inerrância/infalibilidade


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Ícaro Alencar Oliveira
Ícaro Alencar Oliveira

Como destruir a sua Igreja

Como muitos pastores estão dispostos a cooperarem com a destruição de sua igreja cristã, refundando-a, dessa forma atrasada e fundamentalista em que ela se encontra, à suas próprias imagens e semelhanças, achei por bem deixar algumas orientações que lhes auxiliarão a lograr êxito em suas empreitadas.


• Começe destruindo e desacreditando toda e qualquer autoridade objetiva e moral de sobre os cristãos. Comece assim:


• Ensine que a pericope de adulteræ é uma inclusão tardia ao evangelho de João. Os crentes do passado não tinham problema com umas adiçõesinhas na bíblia;


• Ensine que o final longo de Marcos foi indevidamente incluído em nossas bíblias, e assim, qualquer afirmação de milagres atuais, poderá ser desencorajada;


• Ensine que a comma jonanina não devia estar no Novo Testamento, pois foi inclusão latina; assim, poderemos ter abertura para grupos não trinitarianos e outras religiões;


• Ensine que até o séc. XIX, com…


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rmnjp87
20 de nov. de 2025

Excelente texto do irmão Ícaro. Infelizmente muitas igrejas estão desatentas para esse tipo de assunto.

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Ícaro Alencar Oliveira
Ícaro Alencar Oliveira

Sua Bíblia é Almeida de verdade?

Apenas deveria levar o nome de Bíblia Almeida, aquelas bíblias que utilizaram os mesmos textos originais e o mesmo método de tradução de João Ferreira de Almeida. O mesmo serve para quaisquer outras edições, quer a Bíblia Reina-Valera (espanhol), Bíblia King James (inglês), Bíblia de Genebra (francês), Bíblia Diodidati (italiano).


Bíblias que levam o bom nome de Almeida, mas que usam o Texto Crítico e/ou método de tradução por equivalência dinâmica não podem levar sobre si os nomes de "Bíblia de Almeida".

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rmnjp87
20 de nov. de 2025

É verdade.

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Ícaro Alencar Oliveira
Ícaro Alencar Oliveira

A apostasia textual cobrará alto preço

É terrível saber que cada vez mais tem se tornado comum aos cristãos ter por falsas enormes porções das Escrituras, como Marcos 16.9-20 e João 7.53-8.11, por exemplo.


Após 1.800 anos, repentinamente o texto do NT foi "redescoberto" e "reconstruído" pelas mentes brilhantes dos críticos de texto e seus métodos que substituem a providência divina.


É no mínimo estranho isso tudo; Marcos encerrou seu evangelho dizendo que após virem dois anjos, Maria e Maria Madalena, estavam assustadas e com medo (Mc 16.8)? Ou com uma vitória de Cristo, ordenando aos seus discípulos "Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura" (Mc 16.15)?


O Filho de Deus manifestado na carne não condenou a mulher apanhada em adultério, mas lhe ordenou "vai-te, e não peques mais" (Jo 8.11); mas segundo os modernos experts da crítica textual, Deus supostamente permitiu que um homem escrevesse isso de maneira espúria, sem inspiração…


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Ícaro Alencar Oliveira
Ícaro Alencar Oliveira

Conheça aquilo que creem os homens que estão mexendo nas nossas Bíblias

Bruce Metzger, principal erudito de seu tempo (e orientador de Bart Ehrman que é uma das maiores vozes contra a inspiração da Bíblia), nega a canonicidade de 2 Pedro:


"A tradição de que esta carta [2Pedro] é obra do apóstolo Pedro foi questionada nos primeiros tempos, e as indicações internas são quase decisivas contra ela. [...] A maioria dos estudiosos, portanto, considera a carta como a obra de alguém que estava profundamente em dívida com Pedro e que a publicou sob o nome de seu mestre, no início do século II” (Metzger and May, New Oxford Annotated Bible).


Bruce Metzger é considerada uma das principais autoridades em crítica textual do Novo Testamento; teólogos liberais e progressistas puseram as mãos hereges em nossas bíblias e as editoras cristãs continuam a usar o texto grego de pessoas assim para traduzir as bíblias.

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Ícaro Alencar Oliveira
Ícaro Alencar Oliveira

A "Quelle" que não se pode mencionar

Não há provas de uma tal fonte Q (Quelle). Essa é parte da teoria da crítica das fontes, especialmente através de I. Howard Marshall; talvez Marcos não precisou recorrer a uma fonte escrita de um tal "proto-evangelho" que fora perdido; talvez o fenômeno que os eruditos moderninhos imediatamente descartam, seja apenas um caso de Theopneustos... Mas para o mundo de hoje, isso é "terraplanismo textual".

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Ícaro Alencar Oliveira
Ícaro Alencar Oliveira

A estátua de adoração universal

Eu não me dobro à crítica textual. Cada vez que estudo esta disciplina, mais vejo uma série de equívocos e ataques às Escrituras sagradas. Ainda que acusem-nos de um suposto "Docetismo Bíblico" -- acusação que poderia facilmente ser desarticulada por meio do lembrete de que Cristo era totalmente perfeito em sua humanidade --, permaneço crente que Deus preservou a sua Palavra e que a Crítica textual é totalmente dispensável, uma vez que esta disciplina parte do pressuposto da necessidade de 'recuperação' do texto do NT.


Quanto à essa disciplina, indico que leiam as obras de John William Burgon, David Cloud e Jeffrey Khoo. Todos estes defendem uma visão verdadeiramente teísta da Bibliologia, divergindo totalmente da heresia no mínimo deísta dos atuais "eruditos" em Bibliologia e Manuscriptologia Bíblica.

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