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Texto e doutrina: uma análise da NVI23
Em anexo, uma análise crítica à NVI23 em comparação com a Declaração de Fé da Convenção Batista Brasileira.
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Um breve comentário sobre a doutrina das Santas Escrituras
Por Gabriel Palheta
"O Antigo Testamento em hebraico (que era a língua nativa do povo de Deus do passado), e o Novo Testamento em grego (que, na época em que foi escrito, era a língua mais comum entre as nações), tendo sido inspirados imediatamente por Deus e, pela sua particular providência e cuidado, mantidos puros em todos os tempos, são, portanto, autênticos; de maneira que, em toda controvérsia religiosa, a Igreja deve apelar a eles como a norma final."
Confissão de Fé Batista de Londres de 1689, Cap. 1, parágrafo 8
Três pilares mantêm a escritura de pé.
1 - Inspiração
2 - Inerrância/infalibilidade
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Como destruir a sua Igreja
Como muitos pastores estão dispostos a cooperarem com a destruição de sua igreja cristã, refundando-a, dessa forma atrasada e fundamentalista em que ela se encontra, à suas próprias imagens e semelhanças, achei por bem deixar algumas orientações que lhes auxiliarão a lograr êxito em suas empreitadas.
• Começe destruindo e desacreditando toda e qualquer autoridade objetiva e moral de sobre os cristãos. Comece assim:
• Ensine que a pericope de adulteræ é uma inclusão tardia ao evangelho de João. Os crentes do passado não tinham problema com umas adiçõesinhas na bíblia;
• Ensine que o final longo de Marcos foi indevidamente incluído em nossas bíblias, e assim, qualquer afirmação de milagres atuais, poderá ser desencorajada;
• Ensine que a comma jonanina não devia estar no Novo Testamento, pois foi inclusão latina; assim, poderemos ter abertura para grupos não trinitarianos e outras religiões;
• Ensine que até o séc. XIX, com…
Excelente texto do irmão Ícaro. Infelizmente muitas igrejas estão desatentas para esse tipo de assunto.
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Sua Bíblia é Almeida de verdade?
Apenas deveria levar o nome de Bíblia Almeida, aquelas bíblias que utilizaram os mesmos textos originais e o mesmo método de tradução de João Ferreira de Almeida. O mesmo serve para quaisquer outras edições, quer a Bíblia Reina-Valera (espanhol), Bíblia King James (inglês), Bíblia de Genebra (francês), Bíblia Diodidati (italiano).
Bíblias que levam o bom nome de Almeida, mas que usam o Texto Crítico e/ou método de tradução por equivalência dinâmica não podem levar sobre si os nomes de "Bíblia de Almeida".
É verdade.
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A apostasia textual cobrará alto preço
É terrível saber que cada vez mais tem se tornado comum aos cristãos ter por falsas enormes porções das Escrituras, como Marcos 16.9-20 e João 7.53-8.11, por exemplo.
Após 1.800 anos, repentinamente o texto do NT foi "redescoberto" e "reconstruído" pelas mentes brilhantes dos críticos de texto e seus métodos que substituem a providência divina.
É no mínimo estranho isso tudo; Marcos encerrou seu evangelho dizendo que após virem dois anjos, Maria e Maria Madalena, estavam assustadas e com medo (Mc 16.8)? Ou com uma vitória de Cristo, ordenando aos seus discípulos "Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura" (Mc 16.15)?
O Filho de Deus manifestado na carne não condenou a mulher apanhada em adultério, mas lhe ordenou "vai-te, e não peques mais" (Jo 8.11); mas segundo os modernos experts da crítica textual, Deus supostamente permitiu que um homem escrevesse isso de maneira espúria, sem inspiração…
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Conheça aquilo que creem os homens que estão mexendo nas nossas Bíblias
Bruce Metzger, principal erudito de seu tempo (e orientador de Bart Ehrman que é uma das maiores vozes contra a inspiração da Bíblia), nega a canonicidade de 2 Pedro:
"A tradição de que esta carta [2Pedro] é obra do apóstolo Pedro foi questionada nos primeiros tempos, e as indicações internas são quase decisivas contra ela. [...] A maioria dos estudiosos, portanto, considera a carta como a obra de alguém que estava profundamente em dívida com Pedro e que a publicou sob o nome de seu mestre, no início do século II” (Metzger and May, New Oxford Annotated Bible).
Bruce Metzger é considerada uma das principais autoridades em crítica textual do Novo Testamento; teólogos liberais e progressistas puseram as mãos hereges em nossas bíblias e as editoras cristãs continuam a usar o texto grego de pessoas assim para traduzir as bíblias.
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A "Quelle" que não se pode mencionar
Não há provas de uma tal fonte Q (Quelle). Essa é parte da teoria da crítica das fontes, especialmente através de I. Howard Marshall; talvez Marcos não precisou recorrer a uma fonte escrita de um tal "proto-evangelho" que fora perdido; talvez o fenômeno que os eruditos moderninhos imediatamente descartam, seja apenas um caso de Theopneustos... Mas para o mundo de hoje, isso é "terraplanismo textual".
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A estátua de adoração universal
Eu não me dobro à crítica textual. Cada vez que estudo esta disciplina, mais vejo uma série de equívocos e ataques às Escrituras sagradas. Ainda que acusem-nos de um suposto "Docetismo Bíblico" -- acusação que poderia facilmente ser desarticulada por meio do lembrete de que Cristo era totalmente perfeito em sua humanidade --, permaneço crente que Deus preservou a sua Palavra e que a Crítica textual é totalmente dispensável, uma vez que esta disciplina parte do pressuposto da necessidade de 'recuperação' do texto do NT.
Quanto à essa disciplina, indico que leiam as obras de John William Burgon, David Cloud e Jeffrey Khoo. Todos estes defendem uma visão verdadeiramente teísta da Bibliologia, divergindo totalmente da heresia no mínimo deísta dos atuais "eruditos" em Bibliologia e Manuscriptologia Bíblica.
É triste perceber que essa não é a principal preocupação da igreja: os ataques frontais à doutrina da preservação das Escrituras. Excelente material, irmão @Daniel Macedo.