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Artigos do Centro de Pesquisas do Texto Tradicional
Confira nosso conteúdo único, em defesa dos Textos Tradicionais
e as traduções fiéis por equivalência formal.


A Defesa da Perícope da Mulher Adúltera (Jo. 7.53-8.11): uma análise histórico-textual e patrística
A passagem da mulher adúltera em João 7.53–8.11 tem sido alvo de contestação por parte de críticos textuais modernos, mas quando examinamos cuidadosamente o testemunho da história da igreja, dos manuscritos gregos e das traduções antigas, percebemos que o peso da tradição cristã afirma a autenticidade do relato. O que se encontra não é uma interpolação tardia, mas uma narrativa recebida, preservada e proclamada por séculos. A Igreja, desde o período mais antigo, reconheceu ta

Rui Alexandre Dias
2 de dez. de 2025


A falsa analogia do “Terraplanismo Textual” e a solidez do Texto Recebido
Nos últimos anos tornou-se comum, em certos círculos acadêmicos, o rótulo depreciativo que classifica quem defende o Texto Recebido (TR) como “terraplanista textual”. Embora o humor irônico possa parecer inofensivo para alguns, trata-se de uma falácia grave, uma falsa analogia e, acima disso, um profundo desrespeito para com cristãos que, de forma séria e responsável, sustentam uma posição histórica da igreja em relação às Escrituras. Chamar defensores do TR de terraplanistas

Rui Alexandre Dias
27 de nov. de 2025


A Autenticidade da leitura longa de Romanos 8.1: um testemunho antigo, contínuo e original
Romanos 8.1 é um dos versículos mais preciosos da fé cristã: “Portanto, agora nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus, que não andam segundo a carne, mas segundo o Espírito”. A chamada “leitura longa” sempre foi recebida pela Igreja como parte legítima e original da epístola. Entretanto, edições críticas modernas favoreceram a leitura curta, ignorando que boa parte da tradição manuscrita — incluindo pais antigos, unciais importantes, minúsculos e versões primi

Rui Alexandre Dias
17 de nov. de 2025


A Doxologia que nunca silenciou: o testeminho ininterrupto de Mateus 6:13 ao longo dos séculos
A defesa da autenticidade da doxologia de Mateus 6:13 — “porque teu é o reino, e o poder, e a glória, para sempre. Amém.” — não depende de especulações modernas, mas repousa sobre um testemunho robusto, contínuo e multiforme ao longo de muitos séculos. Mesmo sem que o leitor veja o aparato crítico completo, é possível contemplar a correnteza constante da preservação divina, como um rio que, através do tempo, leva impurezas embora e mantém apenas aquilo que foi recebido pelo p

Rui Alexandre Dias
14 de nov. de 2025


A Falsa Narrativa da Ignorância: Como os Tradutores do Textus Receptus Provaram Conhecer as Variantes
É uma narrativa comum, mas fundamentalmente equivocada, a alegação de que figuras cruciais da Reforma e grandes tradutores bíblicos do passado adotaram o Textus Receptus (TR) por mera ignorância das variantes textuais existentes. Esta é uma "mentira contada que virou verdade" no discurso de muitos críticos textuais modernos e influenciadores digitais. A verdade histórica, contudo, revela que teólogos como Beza, Erasmo, e a equipe de tradutores da King James Version de 1611 (K

Rui Alexandre Dias
10 de nov. de 2025


O Inesperado Testemunho dos Papiros Antigos em Favor do Textus Receptus
Ao longo de décadas, a Crítica Textual moderna, dominada pelas escolas que promovem o Texto Crítico (como o Novum Testamentum Graece), tem estabelecido um paradigma: o Textus Receptus (TR) seria um texto recente, baseado em manuscritos tardios (o Texto Bizantino ), e, portanto, inferior aos textos ditos mais antigos e "melhores", representados principalmente pelos códices Sinaítico (\aleph) e Vaticano (B). Contudo, um exame atento e honesto dos papiros mais antigos, datado

Rui Alexandre Dias
8 de nov. de 2025


As Novas Versões Bíblicas e os Seus Problemas Textuais no Novo Testamento
Pr. Altair Germano Contato: (81) 99232-0617 @altairgermano Os problemas presentes nas novas versões bíblicas, com ênfase na Nova Almeida Atualizada (NAA), referem-se basicamente aos manuscritos gregos alexandrinos (principalmente os Códices Sinaítico e Vaticano) e ao texto crítico-eclético-ecumênico de O Novo Testamento Grego (SBU/SBB), e envolve omissões, acréscimos, alterações, erros textuais e incoerências metodológicas. 1 – O que são versões bíblicas? Versões bíblicas são

Altair Germano
4 de nov. de 2025


O Perigo de um Original Desconhecido: o Crítico Textual como Juiz da Palavra de Deus
Na minha leitura e estudo da Bíblia de Estudo NAA, deparei-me com uma afirmação na página 2479 que merece profunda reflexão. Trata-se da seguinte frase: "Porém, ainda que a redação original do NT não possa ser conhecida, esse fato não é necessariamente motivo para alarme." Essa declaração, que busca tranquilizar o leitor, paradoxalmente, estabelece um alicerce de incerteza que considero extremamente perigoso para a fé cristã e para a autoridade das Escrituras. O ponto crucial

Rui Alexandre Dias
30 de out. de 2025


A Crítica Textual Moderna e seus problemas
Como toda área de conhecimento humano, a critica textual tem suas metodologia e estruturação de conhecimento baseado em axiomas, que são, por definição, naturalistas, ou seja, há uma limitação na abordagem da crítica textual em face da questão da preservação da Escritura (que é um pressuposto espiritual).

Sitri Silas
15 de out. de 2025


A Bíblia reconstruída para a modernidade
Publicado em Diário do Acre , de 15 de março de 2022. Já temos falado algumas vezes acerca da busca sincera pela verdade; longe de esconder-se dos homens, a verdade é cognoscível e sua busca consiste na mais honrosa das jornadas empreendidas pelo homem; o fato é que, nas principais religiões do mundo, bem como em todas as iniciativas humanas em direção a esta verdade suprema e ao seu conhecimento, podemos encontrar peças de um mosaico cujas partes manifestam a imagem da verda

Icaro Alencar de Oliveira
15 de mar. de 2022


Teorias da Conspiração da Crítica Textual
Introdução Ocasionalmente surge uma teoria de conspiração que é tão convincente que na realidade se torna “ciência” dominante. Na verdade, isto é bastante comum na comunidade científica. Só na minha vida, o mundo deveria ter acabado pelo menos três vezes devido a eventos climáticos apocalípticos. Lembro-me de pelo menos dois filmes de Hollywood, sucessos de bilheteira, da minha infância, que detalharam o iminente desaparecimento da Terra. Vendo que estou escrevendo este artig

Taylor DeSoto
19 de abr. de 2021


A Teoria da Recensão Luciana de Westcott e Hort
Para estabelecer a supremacia do seu novo texto Alexandrino em 1881, Westcott e Hort argumentaram que a tradição textual bizantina (que inclui o Textus Receptus) não teve origem antes de meados do século IV e que foi o resultado da fusão de textos anteriores corrompidos. A chamada recensão do texto foi teorizada como tendo sido perpetrada por Luciano de Antioquia. Argumentaram ainda que este texto foi levado para Constantinopla, onde se tornou popular e se espalhou por todo o
Textus Receptus Bibles
23 de fev. de 2021


Os Modernos Textos e Versões produziram o Modernismo Teológico
A crítica textual restauracionista produziu inúmeros frutos ruins no meio da cristandade; a autoridade das Escrituras foi relativizada e isso tem levado a consequências desastrosas na vida da igreja, nas mais variadas maneiras.

David Cloud
29 de jun. de 2018


O Fruto Ímpio da Crítica Textual Moderna
O que se segue foi extraído de “Faith vs. Modern Bible Versions: A Course on Bible Texts and Versions and a 10-fold Defense of the King James Bible” [A Fé versus as Versões Bíblicas Modernas: Um curso sobre textos e versões e uma defesa em dez pontos, da Bíblia King James [, da LTT e da ACF]]. Rejeitamos ainda mais a crítica textual moderna porque seu fruto tem aumentado a incerteza e o ceticismo, um enfraquecimento da autoridade da Escritura e a promoção do movimento ecumêni

David Cloud
13 de nov. de 2017
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